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A equipe do AfroDiáspora esteve presente!

Com mais de 600 participantes, mais de 20 professores e pesquisadores participando de mesas-redondas e minicursos, além de trabalhos de pesquisadores de outros estados que foram apresentados em grupos de trabalho, o VI SEMINÁRIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS BRASILEIRAS: contextos dos 10 anos da Lei 10.639/03,  trouxe o saber tradicional dos sacerdotes de religiões afro-brasileiras que falaram em 3 minicursos sobre o que é a sua religião e as contribuições desse saber para implementação da lei 10.639/2003 Com atividades culturais levadas pelas secretarias municipais: com alunos e professores da rede de ensino do Espírito Santo este seminário emocionante trouxe a apresentação do Arakorín homenageando à Professora Cida. Abaixo você confere um dossiê do registro fotográfico. ( Ainda não estão todas as fotos, mas em breve serão postadas as que não aparecerem neste dossiê) As fotos podem ser baixadas: Direito autoral livre. 

Cobertura do Evento:

João Oliveira ( reportagens e fotos)

Sérgio Sansil (Reportagens e fotos)

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Perdeu algum programa. E agora?

No Programa de Hoje tivemos a presença da Professora Dª e Antropóloga do NEAB-UFES/ Centro de Educação UFES Cleyde Amorim. Uma bela entrevista sobre os 10 anos da Lei 10.639./03 e o 6º Seminário Nacional de Educação das relações Étnico-raciais Brasileiras. Se você perdeu não se preocupe, semana que vêm acesse o site da Rádio Universitária e ouça os programas anteriores. ACESSE: o site clicando aqui

No nosso Blog: Acesse a aba Ouça aqui&Downloads. Pode ouvir baixar. Abaixo algumas fotos do programa de hoje 20 outubro de 2013. Confira:

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Perdeu o dossiê Fela Kuti: de o play e assista  o Documentário A música é a arma, Dirigido em 1982 por Stéphane Tchal Gadjieff e Jean-Jacques Flori

Caso a legenda não apareça vá no rodapé do vídeo do lado direito e ative clicando no ícone com formato de uma caixa com duas listras horizontais. 

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Você confere no programa de hoje: 20 de outubro de 2010. Horário de verão!

Escravidão ainda assola o mundo.

Pelo menos 29,8 milhões de pessoas vivem como escravos em todo o mundo revelam o novo índice mundial de escravidão, publicado emtrabalho-escravo-reporterbrasil Londres pela ONG Australiana Walk Free foundation. A definição de escravidão usada como base para o relatório inclui não apenas a tradicional, mas também práticas similares, como casamentos forçados, venda, ou exploração infantil. Entre os 20 países com a pior posição, 14 são africanos, embora 75% dos escravos vivam na Ásia. Dentre os países africanos Nigéria e Costa do Marfim. ( Mais informações clique aqui)

Ciência para pesquisa no Espaço.

A Etiópia revelou nesta última sexta-feira (18) a primeira fase de um programa de exploração espacial, que inclui o primeiro observatório de padrão internacional na África oriental, destinado a promover a pesquisa astronômica. Inaugurado oficialmente ontem, conta com dois telescópios de um metro de diâmetro cada um para observar “planetas, diferentes tipos de estrelas, a Via Láctea e galáxias distantes”, explicou seu diretor Solomon Belay. Nos próximos três anos, o país lançará seu primeiro satélite com fins de pesquisa meteorológica e desenvolvimento das telecomunicações, afirmou a sociedade etíope do espaço e da ciência. (Mais informações clique aqui)

Parcerias na África em prol do desenvolvimento.

Angola, Egito e Líbia formalizaram suas adesões ao FAD: fundo de desenvolvimento africano em que foram anunciadas contribuições na casa dos 7,3 bilhões de Dólares. Até então, a África do Sul era o único representante no continente a colaborar com o Fad. Entre os objetivos do Fad estão a integração econômica, o desenvolvimento do setor privado, condições de igualdade de gênero e ações que melhorem as condições econômicas do continente. (Mais informações clique aqui)

E no programa de hoje você conferiu: Fela Kuti!

Afro-diáspora 20-10-13 Fela Kuti era uma força da natureza. O músico e ativista nigeriano, presente no planeta entre os anos de 1938 e 1997, influenciou o mundo, lançou mais de 70 discos, lutou contra o governo, teve 27 esposas (ao mesmo tempo), fundou sua própria república e inventou seu próprio gênero musical, o afrobeat.

Sua inacreditável história, que recentemente rendeu o grandioso musical “Fela!” (financiamento do rapper Jay-Z, três prêmios Tony, sucesso na Broadway e Londres), só poderia mesmo ser contada de uma maneira próxima e particular.

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Professora Antropóloga coordenadora do Programa Afro-diáspora e subcoordenadora do NEAB-UFES: Cleyde Amorim

Professora Antropóloga coordenadora do Programa Afro-diáspora e subcoordenadora do NEAB-UFES: Cleyde Amorim

Entrevistamos: A professora Cleyde Amorim que destacou os 10 anos da lei 10.639/2003 e o evento do NEAB-UFES.

informações sobre o evento: (Clique aqui)

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Aqui você confere um pouco do que rolou no programa de hoje! 29 de setembro de 2013

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Combate ao terrorismo.

Os Estados Unidos fornecerão ajuda ao Quênia para investigar o ataque da milícia radical islâmica Al-Shabab a um shopping em Nairóbi e a levar a seus autores perante a justiça, anunciou nesta última quarta-feira o embaixador americano no país africano, Robert Godec. (Mais informações clique aqui)

Brasil Destaca-se em políticas Humanitárias.

Em relatório da agência internacional Development Initiatives lançado nesta segunda-feira, 23, na Assembleia-geral das Nações Unidas, o Brasil é o quarto maior financiador de projetos de cooperação fora do comitê de ajuda ao desenvolvimento da ONU para a cooperação e desenvolvimento econômico a países da África e América Latina. O crescimento foi direcionado sobretudo para operações de paz e ações de assistência humanitária. (Mais informações clique aqui)

Segurança Cibernética em pauta na ONU.

Durante a reunião dos países em desenvolvimento na ONU – foi assinado um comunicado conjunto pelos ministros da Índia, Brasil e Dilma Onu 2012 Efe1(1)África do sul, no qual eles classificaram a espionagem dos estados unidos como “grave violação da soberania nacional e dos direitos individuais”. A nota foi em apoio ao discurso da presidente Dilma Rousseff, na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde se propôs fóruns multilaterais com vistas a garantir o desenvolvimento de uma governança internacional apropriada sobre segurança cibernética. (Mais informações clique aqui)

Destaques da Agenda Diáspora:

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E a equipe convida: De o Play e assista: O negro no Brasil.

Sinopse: anos depois da abolição da escravatura, o número de brasileiros que se declara preto ou pardo é maior do que o de brancos: o Brasil tem se assumido como um país negro também. O Caminhos da Reportagem discute a situação do negro no Brasil através de números que mostram como ainda é preciso superar a desigualdade de renda e de acesso à educação, a pobreza, a violência e encarar de frente o preconceito.

Uma Produção:

Reportagem: Luciana Barreto

Edição: Isabelle Gomes

Produção: Vivian Carneiro e Laine Fabrício

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A trilha sonora da Diáspora: 15 de setembro de 2013

Não deixe de ouvir todo domingo.

Não deixe de ouvir todo domingo.

    No último domingo ouvimos um Programa especial com a Trilha sonora da Diáspora: O negro no Cinema. Abaixo você confere um dos filmes cuja trilha tocou no programa. Aperte o play e assista:  Online Gratuitamente.  O programa já esta disponível no site da Rádio Universitária  104.7 fm.  Acesse: e ouça o programa aqui 

A Fonte das mulheres: diretor, romeno Radu Mihaileanu (“O concerto”, “Trem da vida”) imagina um manifesto feminista numa pequena comunidade muçulmana no Magreb, norte da África. Coproduzido pela França, Bélgica e Itália, o filme concorreu à Palma de Ouro em Cannes 2011. (Informações Clique aqui)

A Fonte das Mulheres
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Cida: uma guerreira!

Professora: Maria Aparecida S.C. Barreto

Professora: Maria Aparecida S.C. Barreto

Professora nos cursos de graduação e pós-graduação do Centro de Educação, a trajetória acadêmica de Maria Aparecida Santos Corrêa Barreto tinha como principais pontos de pesquisa a educação especial e a educação para as relações étnico-raciais. Na carreira administrativa, foi diretora do Centro de Educação por dois mandatos, integrante do colegiado do curso de Pedagogia e dos Conselhos Superiores da Universidade. Assumiu a vice-reitoria da Ufes em abril de 2012.

Na pós-graduação em Educação, atuava na linha de pesquisa “Diversidades e práticas educacionais inclusivas”, estudando os processos psicossociais constitutivos do sujeito, processos de ensino e aprendizagem em ambientes presenciais e virtuais; fundamentos histórico-filosóficos e políticas da educação especial, práticas organizativas e pedagógicas e formação de profissionais que se dedicam à educação de sujeitos com necessidades educativas especiais.

O acesso e a permanência de estudantes negros e de origem popular na Ufes e a democratização do acesso ao Ensino Superior também eram temas de outro projeto de pesquisa em andamento. Nesse contexto, dedicou-se a investigar as características dos estudantes beneficiados pelas políticas de assistência estudantil e ações afirmativas e, por outro lado, a preparação institucional da Ufes para atender essas demandas.

Perfil:

Mulher, negra, Cida (como era carinhosamente chamada) preocupava-se em debater os temas relacionados aos Direitos Humanos e à Igualdade Racial, sempre atuando de forma a difundir uma cultura de respeito às diferenças. Segundo a professora da Ufes e amiga pessoal desde o Ensino Médio Sonia Vitor, desde a graduação em Pedagogia Cida sempre demonstrou interesse pelas questões sociais e minorias, dedicando-se a assuntos como Educação do Campo, Educação no Movimento Sem-Terra, Educação de Jovens e Adultos e Educação Étnico-Racial. Para Sonia, a amiga chegou às funções administrativas buscando contribuir com as causas nas quais acreditava.

Professora da Ufes desde 1994, Cida comemoraria 20 anos de dedicação ao trabalho docente na Universidade em 2014. De origem popular, chegou à vice-reitoria após uma trajetória de lutas pessoais e profissionais. Sonia afirma que ela representou muito bem todas as pessoas que tiveram dificuldades no processo educacional: “Ela mostrou que é possível reverter a situação, com muita garra, disposição, carinho e bom humor”, declarou.

O espírito alegre, conciliador, agregador e sempre aberto às demandas e ao diálogo, uma unanimidade entre os colegas acadêmicos e de gestão, será um dos maiores legados da vice-reitora Maria Aparecida Santos Corrêa Barreto para toda a comunidade universitária.

(fonte clique aqui)

Para ouvir o Programa homenagem a Professora Cida Clique aqui.

CLIQUE AQUI: você ouve o 1º Programa Afro-Diáspora onde a entrevistada foi a Professora Cida:

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Chegamos ao programa 100: dia 18 de agosto 2013.

100 NO ARNeste último domingo o programa mais negro do Espírito Santo Chegou a sua centésima edição. E não faltou alegria nesta caminhada que se aproxima aos 2 aninhos do Seu Afro-Diáspora. Tendo o público como convidado, você confere alguns dos participantes que brindaram a edição do programa para um café da tarde. E fique atento dia 28 de agosto o programa completa 3 anos no ar pela rádio Universitária Fm 104.7 da Universidade Federal do E.S.

OBRIGADO QUERIDOS OUVINTES:

Só alegria nesta celebração da Diáspora.

Só alegria nesta celebração da Diáspora.

Tivemos conosco também o Músico e membro do Kisile Jacaraipe: Feijão.

Tivemos conosco também o Músico e membro do Kisile Jacaraipe: Feijão.

Professora Antropóloga coordenadora do Programa Afro-diáspora e subcoordenadora do NEAB-UFES: Cleyde Amorim

Professora Antropóloga coordenadora do Programa Afro-diáspora e subcoordenadora do NEAB-UFES: Cleyde Amorim

Professor Doutorando em Educação, Membro NEAB-UFES: Sérgio Pereira

Professor Doutorando em Educação, Membro NEAB-UFES: Sérgio Pereira

Um lanche...

Um lanche…

E AO VIVO a cantora Cris Monteiro mandou um som da melhor qualidade!

Cantora Cris Monteiro: Que mandou um som ao vivo para nossos ouvintes

Cantora Cris Monteiro: Que mandou um som ao vivo para nossos ouvintes

Clique aqui e confira um pouco do som desta grande Artista afro-Capixaba.

 

 

 

 

 

E a Diáspora Destaca:

O jovem Estudante William Kamkwamba de  Malauí: Criador de um moinho de vento gerador de energia

Aos 14 anos, o jovem William Kamkwamba surpreendeu sua família ao construir um moinho capaz de gerar energia elétrica para a casa humilde onde morava no vilarejo africano Kasungo, no Malauí, um dos países mais pobres da África. A ideia surgiu após o jovem ler o livro “Using Energy” (“Usando Energia”, em tradução livre), que dava informações básicas sobre conceitos de eletricidade. Para montar a estrutura, o jovem coletou peças que encontrava em lixões ou jogadas na rua.   ( Mais informações clique aqui)

A equipe do Programa Agradece.

A equipe do Programa Agradece.

Agradecemos aos nossos Queridos ouvintes, e lembramos que o Programa é uma Realização do NEAB-UFES e da Rádio Universitária FM 104.7 fm e possui o Apoio da Lei de Incentivo Chico Prego do Município da Serra E.S através das empresas: Niplan Engenharia e Arcelor Mittal Brasil.